As meninas, em geral, se sentem deslocadas no mundo das ciências exatas. Estudos mostram que, a partir dos 8 anos, elas já acreditam que são ruins em matemática e essa impressão tende a se intensificar com o passar dos anos. Na universidade, as mulheres são exceção nas turmas de Engenharia. Para mudar essa realidade, o projeto “A Menina que calculava” oferece monitoria, aulas curtas, oficinas e mini cursos (todos gratuitos) para meninas de escolas públicas, nas áreas de exatas (Matemática, Ciências Naturais, Física, Química e Biologia). Todas as atividades são ministradas por mulheres, com o objetivo de fazer com que as meninas se espelhem em figuras femininas que optaram pela área.
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